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O amor pode acabar com o fim da estação,
mas a verdadeira amizade dura anos e anos a fio...
(Aline Mayara Cândido)

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Como eu queria voltar no tempo!
Concertar algum erro...
Queria mesmo é parar-lo
Eternizar alguns momentos
Congelar palavras que foram levadas ao vento
É como se eu quisesse atravessar o deserto
Carregando água em minhas mãos
Sabendo muito bem que tarde ou cedo
Ela vai escorres entre os meus dedos
A água vai cair no chão
A terra vai absolvê-la
Como o tempo absolve a RAZÃO
Ele que para uns é tão concreto
Para outros tão incerto
Que nos abraça e nos conforta
Tão longe e ao mesmo tempo tão perto
Dizendo em voz de violino
Que tudo vai dar certo
Tudo vai passar... Que a dor vai parar
Dê tempo ao tempo...
Deixa a vida rolar
Ele que transforma...
A vida em morte
O novo em velho
O começo em fim
O tudo em nada
Se perdendo dentro de mim
Que leva... Que traz
Pessoas, amigos, amores, inimigos
Que nem se quer olham pra traz
Como um navio que vai ao longe
Nem se quer olha pro cais
Sua vida, seu filme, sua historia
Tudo ao seu tempo
Seus desafios, suas quedas, sua gloria
Suas casas, quarto, seu templo
Uma sucessão de anos, dias e horas
Ele que transfigura
O passado... Em lembranças boas como figuras
O presente... Em ações que se assiste pessoalmente
O futuro... Em medo... De nada dar certo
Tempo este que faz com que o homem
Viva do passado ande cego no presente
E no destino... Tropece...
Tão julgador com você e comigo
Que nos pune severamente
“E só o acaso estende os braços
Pra quem procura um abrigo”
Tentei descrever uma coisa
Que é levada ao vento
São tantas palavras perdidas nas mentiras
São tantas coisas escritas no livro da vida
Que cheguei a uma única conclusão:
“QUANTO TEMPO EU LEVEI
PRA ENTENDER QUE NADA SEI...”
(Aline Mayara Cândido)

Eu sou uma menina má
Finjo que não conheço
Minto que não sei amar
Pouco mi importa o que vão falar
Uso minhas meias loucas
Meu cabelo mi odeia
Pego a resposta no ar
Adoro a noite e a lua
Aprendi a me controlar
Finjo que sei, só pra complicar
Entendi a teoria
Mas tenho medo de praticar
“Dani se” para mim virou gíria
De tudo sei falar
Não sou simpática pra ninguém
Posso simplesmente te odiar
Lembranças ruins “DELETO” como SPAM’s no meu E-mail
Aprendi a "HACKEAR"
Adoro mesmo é zuar
Sou uma menina malvada
Que teme a malicia da humanidade
E tenho a pureza intacta
Esperando a hora certa para usá-la
Calculando os riscos bem de vagar
Pra que a presa?... Tudo tem sua hora
Não sei rezar, mas converso com Deus
Prefiro olhar do que falar...
E ouvir... Claro!... MÚSICA!
(Aline Mayara Cândido)