quinta-feira, 13 de maio de 2010


Á BETO

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Quando ler isso sinta-se abraçado

Pós quando fechos os olhos

Estou perto de você

Percorro um mundo do qual não consigo viver

Apenas por alguns instantes Posso nele entrar

O efeito é passageiro Como uma droga


Hoje quando acordei

Decide não sofrer

E de todos os dias da semana

Esse foi o menos sombrio

Em meio a escuridão

Lá estava você


Ao ler esse poema

Peço que tenha a certeza

De que escrevi esses versos pobres

Pra tentar mi convencer

Que eu venci por você


Entre todas as nuvens dessa tempestade

Surge você como um anjo sem assas

Limpando meu céu com tuas palavras

Que ecôo no meu subconsciente

Como um livro de auto-ajuda

Trazendo luz e paz á minha mente


Como um sonho lindo

Arrancando os meus segredos

Vendo a cor dos meus desejos

Sem estar presente

Abraçou os meus medos

(Aline Mayara Cândido)
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quarta-feira, 5 de maio de 2010


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Foram-se os dias...

E o que guardo a que dentro são lembranças

Ainda chove La fora, e as incertezas são minhas

E eu fico sem saber o que vou fazer

Com a vida inteiro na minha frente

E o dia que esta pra acontecer

Onde estão as respostas?

Depois de tanto tempo é difícil esquecer

Foram-se os dias...

E eu sigo sem entender

Por que estamos vivos? O que é a alma?

Por que as perguntas mais simples não podem se responder?

Se tudo ta errado mesmo, então deixa chover

Se tudo tem um fim, então me deixa viver

Mas, se foram os dias

Fui tão longe, so pra ver...

Recuei, com medo de encontrar o que eu temia

Não quero mais saber o que ainda pode acontecer

Fui tão longe, do que eu poderia...

Por alguns segundos eu pode viver um mundo melhor

Mas, o receio de encontra o que eu não queria

Me fez voltar... Algo tão forte que não consigo explicar

Agora ando distraída, impaciente e indecisa

Não me preocupo se já não sei mais.

Por que se foram os dias que eu acreditei

Que o ser humano fosse capaz.


(Aline Mayara Cândido)

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